1. Automatizar a poupança: Essa é tão eficiente porque pode ser feito na hora.
Depois de ter os gastos listados (não precisa ser em uma planilha) escolha um gasto e corte.
Essa despesa aconteceria de todo modo, portanto é bem provável que a falta desse dinheiro não vá causar problemas.
Agende uma transferência mensal e recorrente para poupança, no exato valor desse gasto que você poupou.
Se você cancelou uma assinatura de revista que custava R$40/mês, agende uma transferência de R$40.
Se você trocou o plano de TV por assinatura de R$200 para R$130, agende uma transferência de R$70.
É bem importante que seja feita agora, e não daqui 15 dias. Não é “se sobrar eu guardo”, é “guardei”.
Confiamos demais no nosso eu do futuro. Daqui 15 dias seremos outras pessoas, com outras prioridades.
Talvez surja a tentação a tentação de cortar mais do que um gasto, mas salvo situações de emergência, é melhor cortar um por vez. A gente acha que sabe, mas na verdade temos pouca clareza do quanto cada um dos gastos impacta na nossa qualidade de vida.
2. Sacar somente para o gasto semanal: Com o planejamento feito, fica fácil calcular qual é nosso gasto variável semanal. Desconsiderando as despesas fixas, é o valor que precisaríamos sacar para passar uma semana. Geralmente inclui gastos com transportes, alimentação, cafés, etc.
Esse valor é fundamental. Ter esse número claramente definido já é meio caminho, mas o que me impressionou e se mostrou tremendamente eficiente foi sacar esse valor, andar com ele na carteira, fisicamente. É muito mais difícil se perder dessa forma. “De onde” o dinheiro está saindo influi diretamente na maneira como gastamos.
Gastar no crédito dói menos do que gastar no débito. Gastar no débito dói menos do que gastar em dinheiro.

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